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Ciência Florestal
Centro de Pesquisas Florestais - CEPEF, Departamento de Ciências Florestais - DCFL, Programa de Pós Graduação em Engenharia Florestal - PPGEF
ISSN: 0103-9954
EISSN: 0103-9954
Vol. 19, No. 4, 2009, pp. 383-391
Bioline Code: cf09037
Full paper language: Portuguese
Document type: Research Article
Document available free of charge

Ciência Florestal, Vol. 19, No. 4, 2009, pp. 383-391

 en Geostatistics applied to the study of soil physiochemical characteristics in seasonal deciduous forest areas
Wojciechowski, Julio Cesar; Schumacher, Mauro Valdir; Pires, Carlos A. da Fonseca; Madruga, Pedro Roberto de A.; Kilca, Ricardo de V.; Brun, Eleandro J.; da Silva, Carlos R. S.; Vaccaro, Sandro & Neto, Rubens M. Rondon

Abstract

Methods of geostatistics were used in the identification of size and structure of space variability of some physiochemical attributes of soils under seasonal deciduous forest areas, which were called mature forest, secondary forest and "capoeirão". The areas, located in Santa Tereza, RS, were sampled during the period of 2002 and 2003, comprising the soil classes: Argiluvic Chernosol, Cambisol Ta and Litholic Neosol. Systematic sampling was performed with regular spacing grid of points varying of 30 m for "capoeirão" and 40 m for mature and secondary forest, in an amount of 80 sample points in a total area of 7.34 ha. For each point, measurements "in situ" were made of the soil bulk density, clay content, pH, potassium, organic matter and phosphorus. The structure of space variability was identified through the variograms, being defined the needed parameters for the Kriging. The most variable attribute was the organic matter, being not adjusted to any model of variogram, while the pH was the least. In the analysis of the space variability structure through the geostatistics, the clay and bulk density, both in area of secondary forest, and pH in the experimental areas, had showed the biggest space dependence. The Gauss model for the clay attribute obtained the largest reach (a), being 400 m and 388 m in the areas of secondary and mature forest, respectively. The crossed validation showed accuracy in the variographic models adjustment, being the pH variable the one which presented the optimum performance, 0.87; 0.94 and 0.92 in the areas of mature forest, secondary forest and "capoeirão", respectively.

Keywords
geostatistics; space variability; forest soils; deciduous forest.

 
 pt Geoestatística aplicada ao estudo das características físico-químicas do solo em áreas de Floresta Estacional Decidual
Wojciechowski, Julio Cesar; Schumacher, Mauro Valdir; Pires, Carlos A. da Fonseca; Madruga, Pedro Roberto de A.; Kilca, Ricardo de V.; Brun, Eleandro J.; da Silva, Carlos R. S.; Vaccaro, Sandro & Neto, Rubens M. Rondon

Resumo

Utilizaram-se métodos da geoestatística na identificação do tamanho e da estrutura da variabilidade espacial de alguns atributos físico-químicos do solo em áreas de Floresta Estacional Decidual as quais foram denominadas floresta madura, floresta secundária e capoeirão. As áreas, localizadas no município de Santa Tereza, RS, foram amostradas durante o período de 2002 a 2003, compreendendo as classes de solo: Chernossolo Argilúvico, Cambissolo Ta e Neossolo Litólico. Realizou-se amostragem sistemática com grid de espaçamento regular entre os pontos variando de 30 m para o capoeirão e 40 m para floresta madura e secundária, totalizando oitenta pontos amostrais em uma área total de 7,34 ha. Foram coletadas amostras de solo “in situ” para análise em laboratório dos atributos densidade do solo, argila, pH, potássio, matéria orgânica e fósforo. A estrutura da variabilidade espacial foi identificada por meio dos semivariogramas, definindo-se os parâmetros necessários para a krigagem. O atributo mais variável foi a matéria orgânica, não obtendo ajuste a nenhum modelo teórico de semivariograma, enquanto que o pH foi o menor. Na análise de estrutura da variabilidade espacial por meio da geoestatística, a argila e densidade, ambas em área de floresta secundária, e o pH nas áreas experimentais apresentaram a maior dependência espacial. O modelo gaussiano para o atributo argila obteve o maior alcance da dependência espacial, sendo 400 e 388 m, nas áreas de floresta secundária e madura respectivamente. A validação cruzada mostrou acuracidade no ajuste dos modelos variográficos, tendo a variável pH apresentado o melhor desempenho, 0,87; 0,94 e 0,92 nas áreas de floresta madura, secundária e capoeirão respectivamente.

Palavras-chave
geoestatística; variabilidade espacial; solos florestais; floresta estacional.

 
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