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Archivos Latinoamericanos de Produccion Animal
Asociacion Latinoamericana de Produccion Animal
ISSN: 1022-1301 EISSN: 2075-8359
Vol. 15, Num. 2, 2007, pp. 65-69

Archivos Latinoamericanos de Produccion Animal, Vol. 15, No. 2, 2007, pp. 65-69

Produção de própolis por diferentes métodos de coleta

Propolis production by differents methods

H. Tiemi Inoue, E.A. De Sousa, R. de Oliveira Orsi1, S.R. Cunha Funari, L.M.R. Carelli Barreto e A.P. Da Silva Dib

1Autor para la correspondencia Departamento de Produção Animal– Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia– UNESP, Botucatu, São Paulo, Brasil, 18618-000. e-mail: orsi@fca.unesp.br

Departamento de Produção Animal, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia – UNESP - Campus de
Botucatu, 18618-000 – Botucatu, SP. Brasil

Recibido Octubre 14, 2006. Aceptado Abril 09, 2007.

Code Number: la07010

ABSTRACT

The goal of the study was to investigate the propolis production by differents methods ("intelligent" collector of propolis - CPI, plastic screen and scratching). Fifteen beehives of Apis mellifera africanizated were padronizated, being five beehives for each collector type. Propolis production was evaluated monthly, to May 2005 to April 2006. The results show that the means monthly propolis production not have statically difference among the CPI (114.8±70.6 g), plastic screen (120.9±49.8 g) and scratching (85.7±49.2 g). With respect to seasonality effect on the propolis production, in the spring season, the plastic screen showed significant differences (176.7±54.8 g) with relation to CPI (68.2±17.1 g) and scratching (42.8±13.3 g). In the autumn season, the CPI showed significative propolis production (212.9±47.7 g) in comparison with the plastic screen (87.5±6.0 g). The others seasons do not have significant differences on the propolis production. The monthly medium temperature (oC), precipitation pluviometer (mm), relative humidity of the air (%), heatstroke (hours) and speed of the wind (km/h), in the studied period, do not present correlation with the propolis production of the collectors. Its may conclude that the propolis production was not influenced by collector used (CPI, plastic screen and it scratching) and the seasonality interferes in the propolis production.

Key work: propolis, production, seasonality

RESUMO

Os objetivos do presente trabalho foram avaliar a produção de própolis através de três usuais métodos de coleta (coletor de própolis "inteligente" - CPI, tela plástica e raspa). Foram selecionadas e padronizadas quinze colméias de abelhas Apis mellifera africanizadas, sendo cinco colméias para cada tipo de coletor. As produções foram avaliadas mensalmente, no período de maio de 2005 a abril de 2006. De acordo com os resultados obtidos, verificou-se que a produção média de própolis, no período estudado, não diferiu estatisticamente entre o CPI (114,8±70,6 g), tela plástica (120,9±49,8 g) e raspa (85,7±49,2 g). Com relação ao efeito da sazonalidade sobre a produção de própolis, verificou-se que, na estação da primavera, a tela plástica apresentou produção significativamente maior (176,7±54,8 g) em comparação com o CPI (68,2±17,1 g) e raspa (42,8±13,3 g). Por outro lado, na estação do outono, o CPI apresentou produção significativamente maior (212,9±47,7 g) que a tela plástica (87,5±6,0 g). Para as demais estações do ano não foram observadas diferenças estatísticas entre as produções de própolis. A temperatura média mensal (oC), precipitação pluviométrica (mm), umidade relativa do ar (%), insolação (horas) e velocidade do vento (km/dia), no período estudado, não apresentaram correlação com a produção de própolis dos coletores. De acordo com os resultados obtidos podese concluir que a produção média mensal de própolis não foi influenciada pelo tipo de coletor utilizado (CPI, tela plástica e raspa). A sazonalidade interfere com a produção de própolis, sendo indicado o uso da tela plástica na primavera e do CPI no outono.

Palavras-chave: própolis, produção, sazonalidade

Introdução

Etimologicamente, a palavra própolis, de origem grega, significa: pró = em defesa, e polis = cidade, evidenciando a sua importância para a colônia que a utiliza para vedar frestas, recobrir superfícies irregulares ou insetos e eventuais invasores que morrem no interior da colméia, com a finalidade de evitar sua decomposição (Kosonoka, 1990).

A própolis é um material resinoso, encontrado em tons que variam do amarelo-esverdeado, passandopelo marrom-avermelhado ao negro. É um material elástico que pode distender-se em até 200% antes de romper-se, apresentando 1/11 da rigidez da cera. A própolis apresenta aroma forte e característico, em conseqüência de uma fração volátil de ácidos fenólicos, forte propriedade adesiva e um conjunto complexo de substâncias (55% de resinas e bálsamos; 30% de ceras; 10% de óleos voláteis e cerca de 5% de pólen) e impurezas mecânicas (Thomson, 1990; Banskota et al., 2001).

As abelhas elaboram a própolis a partir de secreções de árvores, flores, folhas e pólen, recebendo ainda a adição de substâncias secretadas pelo metabolismo glandular das abelhas (Burdock, 1998). Esse produto apiterápico pode ser produzido pelas abelhas ao longo do ano, podendo sua atividade de coleta aumentar em certas épocas, dependendo da área disponível e condições climáticas favoráveis.

Para o ser humano, a própolis pode ser utilizada no combate a diversas patologias, sendo amplamente utilizada como antibacteriana, antiviral, antitumoral, antifúngica, antioxidante, imunomoduladora, apresentando muitas outras atividades biológicas (Sforcin et al., 2000; Orsi et al., 2000; Castro, 2001; Fernandes Jr et al., 2005; Orsi et al., 2005; Gonsales et al., 2006; Orsi et al., 2006).

A produção de própolis é uma propriedade inata das abelhas e diversos fatores estão envolvidos neste processo e devem ser observados quando se busca um aumento de produtividade. Dentre estes fatores estão a sazonalidade e tipo de coletor utilizado (Itagiba et al., 1994; Breyer 1995; Moura, 2001).

A sazonalidade possui grande influência na atividade de coleta de própolis pelas abelhas. Os padrões sazonais observados têm sido explicados, principalmente, pelas variações da temperatura, insolação, intensidade luminosa, umidade relativa e precipitação, além de outros fatores (Kerr et al., 1970)

Geralmente, a própolis é coletada pelo apicultor mediante raspagem das partes móveis da colméia, podendo apresentar sujeiras como lascas de madeira, terra e outros materiais. Visando a melhora da qualidade da própolis, outras técnicas foram desenvolvidas para estimular sua produção, como uso de telas coletoras abaixo da tampa, coletor de própolis «inteligente» (CPI), dentre outros. Entretanto, a produção de própolis pode variar conforme a técnica de coleta utilizada pelo apicultor (Breyer, 1995; Brighenti e Guimarães, 2000; Cunha e Evangelista, 2000; Moura, 2001; Salamanca, 2000; Thimann e Manrique, 2001).

A produção de própolis no Brasil é estimada em torno de 100 toneladas anuais, sendo grande parte destinada à exportação, tanto na forma bruta como em produtos manufaturados, alcançando elevados preços no comércio exterior e representando uma importante fonte de renda (Toledo, 1997).

Diante do exposto, os objetivos do presente trabalho foram avaliar a produção de própolis utilizando-se três tipos de coletores (coletor de própolis «inteligente», tela plástica e raspa), bem como avaliar o efeito da sazonalidade sobre esta produção.

Material e Métodos

As amostras de própolis foram produzidas no apiário do Setor de Apicultura da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, localizado na Fazenda Experimental Lageado, UNESP, Campus de Botucatu, com as seguintes coordenadas geográficas: 22049’ de latitude Sul e 48024’ de longitude Oeste e altitude média de 623 metros.

Foram utilizadas quinze colmeias de abelhas Apis mellifera africanizadas, alojadas em colmeias padrão Langstroth, distribuídas ao acaso e manejadas apenas para a produção de própolis. Antes do início do experimento, os ninhos foram padronizados quanto a homogeneidade da prole.

Foram selecionadas, ao acaso, cinco colméias para cada tipo de coletor (Tela plástica, coletor de própolis "inteligente" e raspagem). A produção de própolis foi avaliada no período de Maio de 2005 a Abril de 2006. Mensalmente, os coletores foram remanejados entre as colméias do apiário, através de sorteio casualizado.

Foram controlados os parâmetros temperatura média mensal, luminosidade média mensal, umidade relativa média mensal, índice pluviométrico e velocidade do vento. Os dados foram fornecidos pelo Departamento de Ciências Naturais, Faculdade de Ciências Agronômicas, UNESP, campus de Botucatu.

Para avaliar a produção de própolis, foram utilizados três tipos de coletores:

1.Tela plástica: de coloração verde claro, semelhante à utilizada em residências para evitar a entrada de moscas. Para a produção de própolis, a tela plástica foi colocada sob a tampa da colmeia.

2. Coletor inteligente de própolis (CPI): consistiu de uma melgueira com sarrafos laterais móveis, com altura aproximada de 2 cm. O CPI foi colocado entre a tampa e o ninho da colmeia. Semanalmente, foram retirados sarrafos de ambas as laterais para estimular a produção de própolis.

3. Raspagem: consistiu na colocação de calços (2 cm de altura) sob a tampa da colmeia. Semanalmente, a própolis foi coletada mediante a raspagem com formão.

Os resultados de produção entre os diferentes coletores utilizados foram analisados por ANOVA, seguido do teste de Tukey-Kramer para comparação de médias. Foi considerado como estatisticamente diferentes quando p<0,05 (Zar, 1996). Para se verificar o efeito da sazonalidade sobre a produção de própolis, foi utilizado Correlação de Pearson.

Resultados e Discussão

De acordo com os resultados obtidos, verifica-se que a produção média mensal de própolis, no período estudado, não diferiu estatisticamente entre o CPI (114,8±70,6 g), tela plástica (120,9±49,8 g) e raspa (85,7±49,2 g). Com relação à produção anaual total de própolis, verifica-se que esta foi maior com a utilização da tela plástica (1450,50 g), em comparação com o CPI (1378,20 gramas) e raspa (1028,20 gramas), embora esta produção não tenha sido estatisticamente significativa entre os coletores (Quadro 1).

Segundo Prost (1985), uma colmeia pode produzir cerca de 300 gramas de própolis anualmente. Por outro lado, Breyer (1995) sugere uma produção anual de 700 gramas por colmeia.

Com a implantação de novas técnicas de estímulo à produção de própolis, a produção por colméia pode aumentar significativamente. Garcia et al. (1997) obtiveram, utilizando o CPI, uma produção média de 560 gramas de própolis em duas estações do ano, sugerindo uma produção de um quilo por colméia por ano.

Neste trabalho, conseguiu-se uma produção média mensal de aproximadamente 24,2 gramas de própolis por colméia, utilizando-se a tela plástica, o que permite sugerir uma produção anual de aproximadamente 290 gramas de própolis. Com relação ao CPI, a produção média foi de 23,0 gramas/colméia e a raspa de 17,1 gramas/colméia, sugerindo uma produção anual de 276,0 gramas e 205,2 gramas por colméia, respectivamente. Entretanto, esta produção pode ser aumentada, uma vez que as colméias utilizadas neste experimento não foram selecionadas geneticamente quanto à produção de própolis (Manrique, 2001).

Com relação ao efeito da sazonalidade sobre a produção de própolis, pode-se verificar que, na estação da primavera, a tela plástica apresentou produção significativamente maior (176,7±54,8 g) em comparação com o CPI (68,2±17,1 g) e raspa (42,8±13,3 g). Na estação do outono, a tela plástica apresentou produção de própolis significativamente menor (87,5±6,0 g) em comparação com o CPI (212,9±47,7 g). Para as demais estações do ano não foram observadas diferenças estatísticas entre as produções de própolis (Quadro 2).

A produção de própolis pela técnica do CPI foi significativamente maior (212,9±47,7 g) na estação do outono, quando comparada com a primavera (68,2±17,1 g), verão (87,5±41,0 g) e inverno (90,4±59,3 g). Da mesma forma, para a técnica da raspa, a produção de própolis foi significativamente maior no outono (155,3±13,9 g), em comparação com a primavera (42,8±13,3 g), verão (68,5±44,5 g) e inverno (76,1±18,6 g). Para a técnica da tela plástica não foram observadas diferenças significativas na produção de própolis entre as estações do ano (Quadro 2).

Dependendo da região de coleta da resina pelas abelhas, a produção pode ser concentrada em alguns meses do ano. No hemisfério Norte, as abelhas coletam própolis apenas nos períodos mais quentes. Por outro lado, na Argentina, observam-se dois períodos característicos de coleta: na primavera e verão. No Brasil, graças ao clima propício, a coleta pode ser realizada durante praticamente todo o ano (Ghisalberti, 1979; Manrique, 2001).

A sazonalidade possui grande influência na atividade de coleta de própolis pelas abelhas. Os padrões sazonais observados têm sido explicados, principalmente, pelas variações da temperatura, insolação, intensidade luminosa, umidade relativa e precipitação, além de outros fatores (Kerr et al., 1970).

Entretanto, a temperatura média mensal (oC), precipitação pluviométrica (mm), umidade relativa do ar (%), insolação (horas) e velocidade do vento (km/dia), no período de maio de 2005 a abril de 2006, não apresentaram correlação com a produção de própolis dos coletores (Quadro 3).

Conclusões

De acordo com os resultados obtidos pode-se concluir que a produção de própolis não foi influenciada pelo tipo de coletor utilizado (Coletor de Própolis Inteligente, Tela Plástica e a Raspa) e que a sazonalidade interfere na produção de própolis.

Agradecimentos

À Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, FAPESP, pelo apoio financeiro.

Literatura Citada

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