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Archivos Latinoamericanos de Produccion Animal
Asociacion Latinoamericana de Produccion Animal
ISSN: 1022-1301 EISSN: 2075-8359
Vol. 16, Num. 4, 2008, pp. 210-215

Archivos Latinoamericanos de Produccion Animal, Vol. 16, No. 4, October-December, 2008, pp. 210-215

Original Article

Variação percentual e freqüencia de alimento fornecido no desenvolvimento final de jundiás (Rhandia quelen) na fase de recria

Percentil variation and feeding frequeency supplied in the final development of silver calfish (Rhandia quelen) in the phase

1 Unidade de Pesquisa em Piscicultura. Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural - EPAGRI 89500-000 - Caçador - SC, Brazil
2 CRMV SC - 0401 Esp.- Reprodução de Peixes de Água Doce - Estação de Piscicultura de Caçador/EPAGRI, Brazil

Correspondence Address: Á Graeff, CRMV SC- 0704 Esp.- Nutrição de Peixes de Clima Tropical- Estação de Piscicultura da Epagri, Brazil, agraeff@epagri.rct-sc.br

Date of Submission: 19-Oct-2007
Date of Acceptance: 05-Aug-2008

Code Number: la08029

Abstract

The experiment was led during a 65-day period, in the Estação de Piscicultura/EPAGRI, belonging to Estação Experimental of Caçador/SC. Forty bowls with the capacity of 40 liters were used, with individual supply and flow, each bowl was considered as an experimental unit. The experimental desing was random in a factorial scheme where the factor A was the percentage of daily feed (1, 2, 3, 4, 5%) and the factor B is the daily frequency of feed (once or twice a day) with 4 repetitions. The variables weight gain, length gain, survival and feed conversion ratio were submitted to of variance analysis. The ration used was bought in the local store with 28%BP and 2.800Kcal of EM/kg of ration inside the criteria, for the species. Six silver catfish (Rhamdia quelen) fingerlings were stored per bowl with medium weight of 0,08 ± 0,01g and medium length of 1,5 ± 0,1cm, 23 days old. The water temperature evaluations were dore daily, always at 09:00h and at 15:00h. At these moments, the fishes were given the daily ration. The fish biometry was done at the beginning of the experiment, 30 days later and at the end of the experiment, 65 days after the beginning, using 100% of the stored fishes, when the measures of total length, individual weight, survival and feed conversion rate were performed. For the raising of silver catfish (Rhamdia quelen) fingerlings in the breeding phase the frequency of ideal feed was once a day at 2 to 5% of its weight per day.

Keywords: food, silver catfish, breeding, Rhamdia quelen

RESUMO

Foram utilizados 40 aquários de 40 litros de capacidade, com abastecimento e escoamento individualizado, sendo que cada aquário foi considerado uma unidade experimental. O delineamento experimental foi inteiramente ao acaso em um esquema fatorial onde o fator A é o percentual de alimentação diária (1,2, 3, 4, 5%) e o fator B é a freqüência diária de oferta da alimentação (1 ou 2 vezes ao dia) com 4 repetições. As variáveis ganho de peso, comprimento, sobrevivência e conversão alimentar aparente foram submetidasà análise da variância. A ração utilizada foi comprada no comercio local com 28%PB e 2.800 Kcal de EM/kg de ração dentro dos critérios, para a espécie. Foram estocados 6 alevinos de carpa comum (Cyprinus carpio L.) por aquário com peso médio de 0,08 ± 0,01g e comprimento médio de 1,5 ± 0,1cm, com 23 dias de idade. As avaliações da temperatura da água foram feitas diariamente, sempre às 09:00 horas e 15:00 horas. Neste momento, os peixes recebiam a ração diária. A biometria dos peixes foi realizada no inicio do experimento com 30 dias e no final do experimento com 65 dias, utilizando-se 100% dos peixes estocados, quando foram realizadas as medidas de comprimento total, peso individual, sobrevivência e conversão alimentar aparente. No cultivo de alevinos de jundiás (Rhamdia quelen) na fase de recria a freqüência de alimentação ideal é uma vez ao dia no percentual de 2 a 5% do seu peso por dia.

Palavras chave: alimento, freqüência, jundiá, percentual, recria, Rhamdia quelen Percentile variation and frequency of food supplied in the final development of silver catfish (Rhandia quelen) in the phase of it recreates

Introdução

As potencialidades em água e solo e o modelo de pequenas propriedades agrícolas fazem do Estado de Santa Catarina um estado promissor na criação de animais aquáticos. Estas potencialidades criaram reais condições de implantação da criação de peixes, principalmente naquelas propriedades onde a criação de suínos e aves já estão implantadas, pois com os resíduos e dejetos das mesmas podem muito bem serem utilizados na criação.

O jundiá (Rhamdia quelen) é uma espécie nativa da região sul que se destaca como muito promissora. Segundo Luchini e Avendano (1985), o jundiá é um peixe de rápido crescimento, com fácil adaptação à criação intensiva, rústica, facilmente induzida à reprodução, com alta taxa de fecundação, possuindo ainda carne saborosa com baixo teor de gordura e com poucas espinhas.

Na criação de peixes, uma das grandes preocupações é a adequação da ração com baixos custos em relação à produtividade, bem como a conversão alimentar e a sobrevivência independente que seja a criação voltada para uso domiciliar ou co-mercial (Santos et al., 1995).

O alimento, quando em disponibilidade, é utiliza-do pelo peixe principalmente como suprimento ener-gético na manutenção dos processos vitais e o res-tante para o crescimento (Hepher, 1988). Quando ocorre escassez de alimento, os processos essenciais são mantidos às custas das reservas energéticas acu-muladas, resultando em uma progressiva depleção e diminuição dos tecidos com o prolongamento dessa condição. A quantidade de alimento fornecida aos animais é de fundamental importância para obtenção da produção máxima com o mínimo custo. É reconhecido que o fornecimento de uma alta taxa de alimentação conduz a ineficiência do metabolismo digestivo, como também provoca a deteorização da qualidade da água, enquanto a subalimentação enseja uma grande competição pelo alimento, dando origem a uma sensível variação no tamanho dos peixes e, como conseqüência, um baixo índice de crescimento (Castagnolli, 1979).

A freqüência do fornecimento do alimento é um fator importante dentro do manejo alimentar por es-timular o peixe a procurar pelo alimento em momen-tos pré-determinados, podendo contribuir para a redução na conversão alimentar, incrementar o ganho de peso além de possibilitar maior oportunidade de observação do estado de saúde dos peixes (Carneiro et al., 2005). O conhecimento do número mais adequado de oferta e quantidade contribui para evi-tar o desperdício de alimento, inclusive garantindo a qualidade da água e reduzindo os custos de produção. A influência da freqüência alimentar so-bre o desenvolvimento de juvenis tem sido estudada em várias espécies por vários autores (Tsevis et al. 1992; Wang et al., 1998; Lee et al., 2000a; Lee et al., 2000b; Dwyer et al., 2002, Canton et al., 2007; Graeff et al., 2002), sendo normal o aumento de peso quando alimentado mais de uma vez ao dia.

Espécies de peixes onívoros com estômago pequeno, como a tilápia nilótica (Oreochromis niloticus), procuram o alimento mais freqüentemente por apresentarem limitações na capacidade de armazenamento de alimento. Já as espécies carnívo-ras e algumas onívoras possuem o estômago grande e podem ingerir grande quantidade de alimentos num único momento, mantendo-se saciados por um longo período (Tucker & Robinson, 1991). As revisões de literatura têm indicado que peixes, de várias espécies, apresentam variações cíclicas sazonais de muitas funções fisiológicas, entre elas a ingestão de alimen-tos em quantidade e freqüências (Brown, 1946; Hogman, 1968 e Karas, 1990). Também a influencia da freqüência alimentar sobre o desenvolvimento de juvenis tem sido estudada em várias espécies por vários autores, sendo normalmente observado o au-mento no ganho de peso, mas Carneiro & Mikos (2005) e Graeff et al (no prelo) não detectaram diferenças significativa no ganho de peso, taxa de crescimento especifico quando alimentados com mais de uma vez ao dia.

O objetivo deste trabalho foi verificar a quantidade ideal de alimento e em que freqüência deverá ser oferecida diariamente, uma dieta completa, para jundiás (Rhamdia quelen) na fase de recria do alevino.

Material e Métodos

O experimento foi realizado durante um período de 65 dias, iniciando em 16 de novembro de 2005 e terminando em 19 de janeiro de 2006, na Estação de Piscicultura/EPAGRI, pertencente à Estação Experi-mental de Caçador, situada no município de Caçador/ SC. Foram utilizados 40 aquários de 40 litros de capacidade, com abastecimento e escoamento individualizado, sendo que cada aquário foi conside-rado uma unidade experimental. O delineamento ex-perimental foi inteiramente ao acaso em um esquema fatorial onde o fator A é o percentual de alimentação diária (1, 2, 3, 4, 5%) e o fator B é a freqüência diária de oferta da alimentação (1 ou 2 vezes ao dia) com 4 repetições. As variáveis ganho de peso, comprimento e conversão alimentar aparente foram submetidas à análise da variância. As duas freqüências de alimentação, comparadas pelo teste F e as quantidades de alimento em percentagem de peso vivo foram submetidos ao desdobramento em polinômios ortogonais. A ração utilizada foi comprada no comer-cio local com 28%PB e 2.800 Kcal de EM/kg de ração dentro dos critérios, para a espécie. Foram estocados 6 alevinos de carpa comum (Cyprinus carpio L.) por aquário com peso médio de 0,08 ? 0,01g e comprimento médio de 1,5 ± 0,1cm, com 23 dias de idade.

As avaliações de temperatura da água foram feitas diariamente, com termômetro eletrônico - THIES CLI-MA, sempre às 09:00 horas e 15:00 horas. Neste mo-mento, os peixes recebiam a ração diária. Também se verificou a temperatura ambiente e umidade com um aparelho de corda, marca Wilh-Lambrech Gmbh Gottingen.

A água foi monitorada semanalmente para pH, oxigênio dissolvido, gás carbônico, dureza, alcalinidade, amônia total, nitrito, turbides e sedi-mentos totais pelo Laboratório de Qualidade de Água/EPAGRI de Caçador/SC. A biometria dos peixes foi feita no inicio do experimento após 30 dias e no final do experimento com 65 dias, utilizando-se 100% dos peixes estocados, quando foram realiza-das as medidas de comprimento total, peso indivi-dual, sobrevivência e conversão alimentar aparente através de ictiômetro e balança de precisão de 0,01g de marca MARTE. Estas atividades foram realizadas com os alevinos sedados com 1mL de quinaldina para 15 litros de água.

Resultado e Discussão

A temperatura da água durante o período experi-mental [Quadro 1] manteve-se entre 19,6 e 22,7°C, ficando a média do período em 21,2ºC próximo do mínimo recomendado. Note-se que as temperaturas foram inferiores às recomendadas por (Arrignon, 1979) para as carpas que é entre 24,0 a 28,0ºC, dife-rente do recomendado por Baldisserotto et al. (2004) para engorda de jundiá que é entre 21,0 a 27,0ºC Esse fato, aparentemente, não trouxe prejuízo ao crescimento dos alevinos, conforme demonstra a [Quadro 2].

Os valores do pH da água [Quadro 1] variaram entre 7,2 a 7,5. Segundo (Reid et al., 1976); estes valo-res são considerados adequados para criações de peixes. Os teores do oxigênio dissolvido [Quadro 1] permaneceram entre um mínimo de 6,8 e um máximo de 7,0mg/L que, segundo (Baldisserotto et al., 2004), encontram-se dentro de uma faixa considerada ótima para o jundiá (Rhamdia quelen). Também o gás carbônico manteve-se sempre em níveis considera-dos satisfatórios, de 2,5 a 3,8mg/L de CO 2 livre. A dureza [Quadro 1] manteve-se sempre dentro dos parâmetros minímos aceitáveis de 26 a 40mg/L de CaCO 3 e também a alcalinidade manteve-se em um limiar baixo, entre 33,0 a 40,0mg/L de CaC0 3 do nível recomendado (Boyd, 1997) que é de 30 a 300mg/L. Mas, apesar disto, não ocasionou oscilação no pH e nem causou alterações comportamentais nos peixes. A amônia total [Quadro 1] sempre permaneceu abaixo do tolerável, oscilando entre 0,15 e 0,57mg/L sem trazer qualquer alteração nos jundiás. Autores como (Lukowicz, 1982; Ordog et al., 1988), em trabalhos com carpa comum (Cyprinus carpio L.), verificaram a tolerância desta espécie bem acima desse nível, também Baldisserotto et al. (2004) cita a tolerância do jundiá até 0,4 mg/L. O nitrito [Quadro 1] oscilou en-tre 0,10 a 0,15mg/L. Estes valores estão distantes das concentrações letais referenciadas por Lewis & Morris (1986), citados por (Vinatea, 1997), para a carpa comum, mas muito próximo do nível letal para jundiás Baldisserotto et al. (2004). A turbidez, que está diretamente correlacionada à transparência, permaneceu entre 40 e 48 ntu sem trazer problemas ao cultivo.

Na análise de variância foram observados efeitos significativos pelo teste F (P<0,05) para a variável peso no tratamento de variação percentual sobre o peso vivo (2, 3, 4 e 5%) mas não para a freqüência por dia [Quadro 2]. Em trabalho com matrinchã (Brycon cephalus) com dietas alimentares naturais e ração (Lopes et al., 1994) concluiu que a melhor dieta ainda é o alimento vivo no período inicial como componen- te da alimentação apesar de ter sido fornecido ração. O mesmo ocorreu para a variável comprimento [Quadro 2], os efeitos do percentual de alimentação em relação ao peso vivo tiveram efeito significativos o que não aconteceu para a freqüência que não tiveram efeito significativos (P<0,05). Diferente de Aragão et al. (1988) que trabalhando com tilápias nilóticas (Oreochromis niloticus) com taxas de 1, 3 e 5% em uma só alimentação diária teve efeito significativo com a taxa de 3% de alimentação sobre o peso vivo. Já Carneiro & Mikos (2005) observaram que a frequencia alimentar até 4 vezes ao dia não afetou o crescimento dos juvenis de jundiás. Canton et al. (2007) em trabalho semelhante com jundiás na fase de juvenis afirma que com o aumento da freqüência diária de alimentos ocorreu um maior ganho de peso. Esta apa-rente contradição entre trabalhos com a mesma espécie ainda é desconhecida pelos pesquisadores, pois não ocorre com outras espécies. Andrews & Page (1975) observaram crescimento maior para o bagre do canal (Ictalurus punctatus) alimentados com 2 vezes/dia em comparação aos alimentados 24 vezes ao dia. Portanto a freqüência alimentar ótima varia com a espécie (Sampath, 1984). Estudos concluídos evidenciam que o consumo de grandes quantidades de alimentos em curto intervalo de tempo diminui a eficiência digestiva (Bergot & Breque, 1983; Henken et al., 1985).

A variável peso e comprimento finais para alimentação fornecida uma vez ao dia foram de 1,09; 1,79; 1,91; 1,74 e 1,95 gramas e 5,32; 6,09; 6,14; 6,06 e 6,14 cm respectivamente, enquanto que para duas vezes ao dia foram de 1,18; 1,30; 1,56; 1,85 e 1,78 gramas e 5,47; 5,48; 5,93; 6,45 e 6,28 cm para todas respectivamente. A oferta de alimento uma vez ao dia com oferta de 2 a 5% do peso vivo propiciou melhor crescimento em peso dos peixes, ou seja, a freqüência de alimentação não é tão importante para os jundiás do que a quantidade ofertada (Steffens, 1987). A pe-sar de o jundiá ter a alimentação classificada como de ciclo diário com ritmo noturno (Zavala, 1996) não houve interferência comportamental oferecer a alimentação pela parte da manhã e à tarde. Em expe-rimento semelhante (Mello et al., 1997) com pacu (Piaractus mesopotamicus) e (Graeff et al., 2002) com carpa comum (Cyprinus carpio) chegaram à mesma conclusão. Os resultados do desempenho das jundiás (Rhamdia quelen) em peso e comprimento nas avaliações são apresentados na [Quadro 2]. Analisando o comprimento médio final também ocorreu o mesmo comportamento do peso ou seja é mais importante a quantidade ofertada do que a freqüência.

A sobrevivência oscilou entre 100 e 66% em todos tratamentos [Quadro 3] permite observar que ocorreu efeito diferente do relatado (Tabata et al, 1988) em trutas arco-íris, que verificaram mortalidade crescente com a diminuição das taxas de arraçoamento, o que não se pode afirmar que ocorreu neste trabalho. Também Graeff et al. (2002) em experimento semelhante com carpas comum obteve 100% de sobrevivência.

Para a variável conversão alimentar aparente [Quadro 3] ocorreu efeito significativo somente dos percentuais 1 e 2 da freqüência de alimentação uma vez ao dia, que foram de 1,39 e 1,49 respectivamente [Quadro 3], as demais ultrapassaram a taxa econômica máxima que é 2,00:1.

Houve também efeito da quantidade de alimento oferecido, de forma linear crescente, quanto maior a quantidade de alimento oferecido, pior a taxa de conversão alimentar, isto vem de encontro do encon-trado em trabalhos de autores (Baldisserotto, 2002, Kubitza, 1999) que afirmam que isto ocorre quando os peixes atingem o percentual maximo de crescimento corporal por dia.

A conversão alimentar é estimada a partir dos valores calculados da quantidade de ração ministrada dividida pelo peso total atingido. Segun-do (Swingle, 1961) é coerente expressar como coefi-ciente aparente de conversão alimentar, quando se pretende calcular a conversão em um sistema de cul-tivo, pois o alimento natural pode contribuir com o crescimento dos peixes. Tanto é verdade que nos tratamentos com freqüência somente de uma vez ao dia tiveram conversão alimentar aparente abaixo de 1:1 demonstrando que a influência foi evidente nos trabalhos realizados por Graeff et al (no prelo) com jundiá (Rhamdia quelen) na fase de pós-larvas.

Conclusão

No cultivo de alevinos de jundiás (Rhamdia quelen) na fase de recria a freqüência de alimentação ideal é uma vez ao dia no percentual de 2 a 5% do seu peso por dia. [37]

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